Maronil Martins, aposentado nascido em Lages, SC, é um artista surrealista brasileiro. Foi influenciado por tragédias, incêndios e acidentes q vivenciou como bombeiro militar e começou a fazer arte surreal. Fez várias exposições na Fundação Cultural de Lages, Circuito Cultural do SESC, entre outras. Escolhido pelos curadores do Tela Digital com o documentário curta audiovisual “Arte Surreal”, fazendo parte do acervo do TV Brasil. Ganhador da Medalha Cultural Salvador Dali do Rio de Janeiro.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
A corrupção no Brasil afeta diretamente o bem-estar dos cidadãos ao diminuir os investimentos públicos na saúde, na educação, em infraestrutura, segurança, habitação, entre outros direitos essenciais à vida, e fere a Constituição ao ampliar a exclusão social e a desigualdade econômica.[1] Geralmente, a corrupção ocorre por meio de recursos dos orçamentos públicos da União, dos Estados e dos Municípios destinados à saúde, à educação, à previdência e à programas sociais e de infraestrutura, que são desviados para financiar campanhas eleitorais, corromper funcionários públicos, ou mesmo para contas bancárias pessoais no exterior.
ResponderExcluirEstudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de 2009 estimam que economia brasileira perde com a corrupção, todos os anos, de um a quatro por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a um valor superior a 30 bilhões de reais.[2] No ano seguinte, um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) apontou que o custo anual da corrupção no país é de 1,38 por cento a 2,3 por cento do PIB.[3] Em 2013, um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que cada um real desviado pela corrupção representa um dano para a economia e para a sociedade de três reais
Maira Carina Cibils
ResponderExcluir14 de outubro de 2020 ·
QUANDO A CASA DOS AVÓS SE FECHA
Acho que um dos momentos mais tristes da nossa vida é quando a porta da casa dos avós se fecha para sempre, ou seja, quando essa porta se fecha, encerramos os encontros com todos os membros da família, que em ocasiões especiais quando se reúnem, exaltam os sobrenomes, como se fosse uma família real, e, sempre carregados pelo amor dos avós, como uma bandeira, eles (os avós) são culpados e cúmplices de tudo.
Quando fechamos a casa dos avós, também terminamos as tardes felizes com tios, primos, netos, sobrinhos, pais, irmãos e até recém-casados que se apaixonam pelo ambiente que ali se respira.
Não precisa nem sair de casa, estar na casa dos avós é o que toda família precisa para ser feliz.
As reuniões de Natal, regadas com o cheiro a tinta fresca, que cada ano que chegam, pensamos “...e se essa for a última vez”? É difícil aceitar que isso tenha um prazo, que um dia tudo ficará coberto de poeira e o riso será uma lembrança longínqua de tempos talvez melhores.
O ano passa enquanto você espera por esses momentos, e sem perceber, passamos de crianças abrindo presentes, a sentarmos ao lado dos adultos na mesma mesa, brincando do almoço, e do aperitivo para o jantar, porque o tempo da família não passa e o aperitivo é sagrado.
A casa dos avós está sempre cheia de cadeiras, nunca se sabe se um primo vai trazer namorada, porque aqui todos são bem-vindos.
Sempre haverá uma garrafa térmica com café, ou alguém disposto a fazê-lo.
Você cumprimenta as pessoas que passam pela porta, mesmo que sejam estranhas, porque as pessoas na rua dos seus avós são o seu povo, eles são a sua cidade.
Fechar a casa dos avós é dizer adeus às canções com a avó e aos conselhos do avô, ao dinheiro que te dão secretamente dos teus pais como se fosse uma ilegalidade, chorar de rir por qualquer bobagem, ou chorar a dor daqueles que partiram cedo demais. É dizer adeus à emoção de chegar à cozinha e descobrir as panelas, e saborear a “comida da nona”.
Portanto, se você tiver a oportunidade de bater na porta dessa casa e alguém abrir para você por dentro, aproveite sempre que puder, porque ver seus avós ou seus velhos, ficar sentado esperando para lhe dar um beijo é a maior sensação,a mais maravilhosa, que você pode sentir na vida.
Descobrimos que agora nós temos que ser os avós,e nunca vamos perder a oportunidade de abrir as portas para nossos filhos e netos, e celebrar com eles o dom da família, porque só na família é onde os filhos e os netos encontrarão o espaço oportuno para viver o mistério do amor por quem está mais próximo e por quem está ao seu redor.
Aproveite e aproveite a casa dos avós, pois chegará um tempo em que na solidão de suas paredes e recantos, se fechar os olhos e se concentrar, poderá ouvir talvez o eco de um sorriso ou de um grito, preso no tempo. De resto, posso dizer que ao abri-los, a saudade vai pegar você, e você vai se perguntar: por que tudo foi tão rápido? E vai ser doloroso descobrir que é real,a casa está fechada!
KARNAL, PONDÉ & CORTELA (Imperdível)
ResponderExcluir(João Lopes)
"Por Nathalia Claro Moreira
(Doutora em Filosofia pela UFRJ)
Há uns anos o brasileiro elegeu Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé como referências de uma intelectualidade irrestrita. Karnal tem trabalhos em História da América, que é sua área de formação, e Pondé, em Blaise Pascal. A situação ficaria calma se eles se mantivessem em suas lagoas.
Mas a conjunção astrológica de língua ferina, terno bem passado e pele branca transformaram ambos em uma espécie de Oráculo de Delfos.
Não era raro ver Karnal conversando com Fátima Bernardes sobre... qualquer coisa. Mesma coisa Pondé. Futebol? Marketing? Conflito entre duas tribos africanas em alguma região remota subsaariana? Pix? Budismo? Jesus? O retorno do KLB? Tudo. Um belo discurso, uma frase de Shakespeare, uma curiosidade histórica, um aforismo de Nietzsche, um ar de caviar com champanhe no Coco Bambu... vinha uma resposta encantadora.
E o brasileiro acolhia. A Globo acolhia. A GNT acolhia. A impressão é que esses caras passam 24h estudando "Atualidades", mas a verdade é que seus últimos trabalhos são aqueles atrativos ruins da seção de Auto-ajuda (e que infelizmente pipocam os 10 mais vendidos do ranking da Veja).
Esses dias Karnal argumentou que mandar áudio em WhatsApp é coisa de analfabeto.
Hoje, li um artigo sórdido do Pondé arguindo com seu jeito pobre de reflexão que "autismo é a última tendência do mercado".
Como Édipo, os olhos sangram.
Em minha última aula de Metafísica na UERJ, um renomado professor disse rindo que a CNN havia ligado para o departamento perguntando se ele poderia falar sobre o conflito da Ucrânia com a Rússia. Ele perguntou se poderia falar sobre a ontologia da guerra. Desligaram. É isso. Sapos intelectuais, fiquem em seus lagos."
Segundo Gerson Carneiro...
"A máxima do Karnal para mim foi "palestrar" sobre maternidade no Dia das Mães. Eu realmente não sabia que Karnal é mamãe.
A máxima do Pondé para mim foi vê-lo tentar falar mal de cotas para negros em uma universidade em uma cidade do recôncavo baiano cuja população de alunos é 90% negra. Foi expulso de lá pelos alunos, óbviamente.
Ainda tem o Mário Sergio Cortella. O menos mala é o Clovis de Barros.
Esses caras enchem os bolsos contratados por prefeituras para falar por cinquenta minutos as abobrinhas de sempre para encantar professores da rede municipal de ensino."
«Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.
ResponderExcluirNão quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.
Quero brincar de manhã à noite, seja no que for.
Quando for grande, quero ser um brincador. (…)
A mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida”. Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.
A vida é assim? Não para mim.
Quando for grande, quero ser brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta.
Na minha sepultura, vão escrever: “Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levantava cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras.»JOSE SARAMAGO.
A história dos sete homens sábios e o elefante
ResponderExcluirA história dos sete homens sábios e um elefante teve origem no subcontinente indiano. Diz a lenda que numa cidade viviam sete sábios cegos, que davam conselhos à todas as pessoas que os consultavam para resolver seus problemas. Os homens eram amigos, mas mantinham uma competitividade acirrada, e acabavam discutindo o tempo todo para evidenciar quem era mais sábio.
Um dia, depois de uma conversa cansativa sobre a Verdade, o sétimo sábio se aborreceu e resolveu ir embora para as montanhas, e disse aos amigos:
– Somos homens cegos e talvez possamos ouvir e entender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. Mas vocês ficam discutindo como se quisessem ganhar uma aposta, um jogo. Cansei dessa competição! Vou-me embora.
Um dia, um comerciante chegou à cidade montado num belo elefante africano. As pessoas nunca tinham visto um animal daquele porte, nem mesmo os sábios cegos, e todos saíram à rua para vê-lo. Os cegos rodearam o elefante para tocá-lo e o primeiro sábio apalpou a barriga do animal e disse:
– É muito parecido com uma parede!
O segundo sábio, tocando nas suas presas, o corrigiu:
– É muito parecido com uma lança!
O terceiro sábio, que segurava a tromba do elefante, retrucou:
– É muito parecido com uma cobra!
A mão do quarto sábio acariciava o joelho do elefante, e o sábio contestou:
– É muito parecido com uma árvore!
O quinto sábio gritou, quando mexia nas orelhas do elefante:
– É muito parecido com um abano!
O sexto sábio irritado rebateu:
– Todos vocês estão errados! O elefante é muito parecido com uma corda! – disse, tocando a pequena cauda do elefante.
E, alvoroçados, os seis sábios ficaram discutindo. Até que o sétimo sábio cego, descendo das montanhas, apareceu conduzido por uma criança. Ao ouvir a contenda, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e iludidos ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
– É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas uma parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!
(história adaptada de Heloisa Prieto e John Godfrey Saxe)
2 d ·
ResponderExcluirFoi assim que o maior orador de todos os tempos, Cícero, descreveu o cenário da sociedade romana há 2.000 anos:
1. O pobre trabalha.
2. O rico explora o primeiro.
3. O soldado defende os dois.
4. O fisco paga pelos três.
5. O vagabundo descansa pelos quatro anteriores.
6. Um bêbado bebe pelos cinco.
7. O banqueiro rouba todos os seis.
8. O advogado argumenta com os sete anteriores.
9. O médico mata todos os oito.
10. O agente funerário enterra todos os nove.
11. Um político vive às custas dos dez anteriores.
Todos os dias temos que acordar e refletir sobre como nos posicionar em relação a situações impostas pela vida.
ResponderExcluirDurante muito tempo me preocupei em não magoar as pessoas, mesmo aquelas que me magoavam. Suportar e tentar mudar qualquer situação. Hoje eu realmente faço uma análise da situação e tento me posicionar com justiça, com afetividade, mas jamais com complacência para a falta de reciprocidade e de respeito.
Eu sou sim o centro do meu mundo, sem um "eu", meu mundo não existe. Você é sim o centro do seu mundo, sem você, ele não existe.
Aprendemos sempre que é importante ser assim ou assado pelo próximo, esquecemos muito de lembrar que o ser mais próximo e indispensável na nossa vida, aquele que estará conosco em todos os momentos, que suas dores e anseios serão cumulativos na nossa jornada, somos nós mesmos.
Invista em conhecer essa pessoa que você dentro de você, este ser precisa ser protegido e não agredido por você.
Perceba seus limites e imponha-os.
Se preserve e somente assim poderá viver uma vida plena
Não esqueça, "Amai o próximo como a TI MESMO"
Então ame-se intensamente!
Acordei inspirada
@soucarolmedeiros